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Veja
o que a crítica especializada está achando do CD
Dead Soul
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Rock Brigade (Fev/2005) :: 7,5 :: |
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Disconected (Julho/2005) :: 8,5 :: |
"A
estrada faz maravilhas. Não são raras as bandas
que se metem a lançar seus trabalhos de estréia
precipitadamente, dando com burros n´água.
No caso do Necrofobia, contudo, tal cagada não procede.
Pois o grupo de Ribeirão Preto já contabiliza
uma década de carreira, mas só agora gravou
seu primeiro álbum de fato, após editar algumas
demos e tocar avidamente no circuito underground de sua
região. E tudo isso se traduz na ótima qualidade
da música que ouvimos em Dead Soul. O som praticado
pelo conjunto é um thrash metal moderno e vigoroso,
com muitas influências hardcore e alguma coisinha
de death metal aqui e ali. Obviamente, algumas referências
se fazem bastante óbvias no som dos caras, como Sepultura,
Biohazard, MachineHead, Agnostic Front, Stuck Mojo e afins,
mas nada que lhe tire a personalidade ou a relevância.
A despeito de se tratar de uma produção totalmente
independente, inclusive com produção a cargo
dos próprios integrantes da banda, a aqualidade sonora
é aceitável e serve para tornar indiscutíveis
as muitas qualidades musicais envolvidas. Pra quem aprecia
o estilo, sem dúvidauma boa pedida. (RF)."
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"O
Necrofobia é mais um ótimo
grupo de thrash metal a produzir de forma independente seu
primeiro trabalho, conseguindo um resultado para lá
de satisfatório. A banda de Ribeirão Preto tem
mais de dez anos de estrada e, depois de várias demos
e algumas mudanças na formação, partiu
com a cara e a coragem para a gravação de
Dead Soul. Com influências de Sepultura e Necromancia,
o grupo daqueles que não fazem concessões em
seu som e que tem tudo para virr produto de exportação.
Rômulo (guitarra e vocal), Alexandre (guitara), Eduardo
de Lucca (baixo) e André (bateria) partiram para gravar
o disco de estréia num estúdio caseiro, mas
de Lucca resolveu deixar a banda em outubro de 2004 e foi
substituido por Edmar, que curiosamente acompanhava o quarteto
desde 2000 como técnico de som. O vocal de Romulo lembra
o de Max Cavalera (Soulfly, ex-Sepultura) nos bons tempos
e tudo é muito bem trabalhado neste CD, do peso das
guitarras e da rápida bateria às linhas de baixo
bem valorizadas nas composições. Black Seep,
Hospital Hall e a faixa-título estão entre as
melhores de Dead Soul, mas no geral a trilha
foi aberta depois de muito trabalho. Resta ao Necrofobia
cair na estrada e divulgar suas músicas, pois o reconhecimento
certamente virá. (Carlos André)" |
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Revista Comando Rock (Julho/2005) |
"Feito
de uma forma totalmente independente, chega as lojas o primeiro
disco do Necrofobia - Dead Soul. a banda, que já
abriu para Korzus, Ratos de Porão e Cólera,
ataca com um thrash metal de gente grande. O CD, que recebeu
um excelente produção, apresenta guitarras
rasgadas e batidas empolgantes. O vocal de Romulo também
mantém o nível lá em cima, com ótimas
variações. A faixa-título, Deep Scars
e Hospital Hall dão uma mostra perfeita do que é
o trabalho deste quarteto de Ribeirão Preto/SP! (A.R.J.)""
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Site
Whiplash
:: 8,0 ::
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Por Clóvis Eduardo
Necrofobia,
ou simplesmente, medo da morte. Alguém tem? Creio
que antes de medo de morrer, vem o medo de ficar longe das
coisas boas da vida. Família, amigos, namoradas,
festas, som bacana e outras coisas prazerosas. Principalmente
se falando de som, é que o fanatismo invade a mente
de todo bom fã de música. E para Romulo (Guitarra
e Voz), Alexandre (Guitarra solo e backs), André
(Bateria e Back) e Eddie (Baixo) a fobia de que o som está
passando despercebida pelos fãs de metal de todo
o Brasil está começando a diminuir, e muito.
O
quarteto é eficiente no que faz. Influências
de Sepultura, Pantera e Slayer são parâmetros
corretos em questão de gosto e estilo das 13 canções
do álbum. “Dead Soul” tem uma mixagem
excelente de todos os instrumentos e os vocais e backings
concretizam ainda mais a grande presença de Romulo.
Por sinal, ele tem encarnado verdadeiras lembranças
de Max Cavalera como na música “Black Sheap”.
O cara manja de gritos sim.
Para
citar mais um exemplo de que os vocais são o ponto
alto do trabalho, “Hospital Hall” tem um “dueto”
empolgante e para que não dizer: animalesco? Toda
esta experiência é certificada já por
11 anos de vida da banda, que mesmo sempre entre as menos
favorecidas do país, não deixam de merecer
aplausos nos festivais de porão ou nos grandes shows
da cena metálica nacional.
Produzido
pelo mesmo Romulo, o disco é equilibrado nas canções,
com peso e muito death e thrash. Essa onda de metal-core
não é influência já que, mesmo
não detentores de um estilo próprio, a Necrofobia
pode sim, abusar de solos rápidos e bem tocados,
riffs pesados e arrastados e aquela cozinha que só
gente que sabe faz. O encarte, apesar de um pouco confuso
para encontrar a letra da música preferida, denota
um capricho e interligação com o tema central
do álbum. Medo da morte eu tenho, e este cd novo
deles, também!
Para
ir ao link clique aqui.
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Revista Valhala (Maio/2005)
:: 7,00 ::
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"Após
10 anos de shows e quatro demos, eis o primeiro disco: independente
da gravação ao projeto gráfico, diz a
banda. Dead Soul tem um thrash metal moderno, com toques de
hardcore e influências bem nítidas de Sepultura
e Biohazard. direto e rápido, o álbum tem ótimos
momentos, como em Placebo e Deep Scars. A gravação,
no entanto, a cargo dos próprios membros da banda,
poderia ter deixado o som mais pesado. (CP)"
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